Mamoplastia

A mamoplastia ou implante de prótese mamária é um dos procedimentos estéticos mais realizados atualmente. Os motivos da grande procura pela mamoplastia são os excelentes resultados estéticos, com baixa incidência de complicações. Utilizamos  as próteses de silicone na cirurgia para alcançar o volume e forma desejável.

​As próteses de silicone podem ser classificadas quanto à  superfície em lisa, texturizada e recobertas por poliuretano. Outra classificação é com relação à forma: redonda, anatômica ou cônica.

O tipo de anestesia para a mamoplastia mais habitualmente utilizado são:​

  • Anestesia geral

  • Anestesia local com sedação

  • Anestesia peridural

As vias de acesso mais utilizadas para a mamoplastia são as seguintes: periareolar, axilar e sulco mamário. O plano anatômico utilizados são: retroglandular, retrofascial e retromuscular.

​O tipo de próteses mamária,  volume e o plano anatômico utilizados são escolhidos, após uma avaliação médica cuidadosa,  de acordo com as características individuais de cada paciente.

Redução de Mama

A cirurgia de redução de mama ou mamoplastia redutora tem como objetivo reposicionar a aréola, diminuir o tamanho das mamas, remodelar o parênquima mamário, melhorando a projeção do seu polo Superior e ajustar a relação conteúdo continente para obter resultados duradouros.

​As mamas excessivamente grandes e caídas podem causar importantes transtornos físicos e emocionais. Essas características podem gerar baixa autoestima, constrangimento social  e íntimo, dificuldades para realizar atividades físicas, limitações de vestuário e roupa íntima, além de desconforto físico. Outras alterações ainda podem ser notadas como sulcos profundos nos ombros devido ao peso das mamas e intertrigo na região submamária.

Atualmente a cirurgia de redução de mama propõe não somente reduzir o tamanho das mamas, mas restabelecer aspectos estéticos de uma mama jovem. Isso só é possível através de incisões que resultam em cicatrizes.

Habitualmente utiliza-se anestesia local e sedação,  peridural e sedação ou ainda anestesia geral. A indicação anestésica varia com  paciente e é uma indicação do médico anestesiologista.

​As pacientes que realizaram a cirurgia de redução de mama habitualmente recebem alta hospitalar de 8 à 24 horas após a cirurgia. A caminhada precoce é extremamente importante para prevenção de trombose venosa profunda e embolia pulmonar. Recomenda-se o uso de sutiã compressivo por dois meses após a cirurgia. Drenagens linfáticas são recomendadas a partir do 10º dia de pós-operatório podendo variar de acordo com a evolução de cada paciente.

Mastopexia

A mastopexia ou cirurgia de elevação de mama é um procedimento feito para elevar o tecido mamário, o mamilo e a aréola a fim de corrigir queda da mama. Essa cirurgia corrige o excesso de pele preservando a mama.

​O aumento do volume mamário utilizando próteses de silicone é comumente associado à cirurgia de aumento de mama, para aquelas pacientes que desejam mamas com volumes maiores e mais projetadas.

Para o sucesso da mastopexia, os objetivos e desejos das pacientes devem ser claramente definidos durante a consulta médica. Questões importantes a serem determinadas são o tamanho, a forma desejada da mama, a posição da mama em relação à parede torácica e o volume de preenchimento do polo superior.

As pacientes que apresentam uma queda discreta das mamas são frequentemente tratadas apenas pelo aumento com a inclusão de prótese, sem necessitar de retirar pele.

Aquelas com queda mais acentuadas e volume mamário pequeno necessitam de mastopexia com aumento. Já aquelas que estão satisfeitas com o tamanho do seio geralmente a cirurgia de elevação de mama, sozinha, é suficiente.

​Na mastopexia, habitualmente utiliza-se anestesia local e sedação, peridural e sedação ou ainda anestesia geral. A indicação anestésica varia com paciente e é uma indicação do médico anestesiologista.

As pacientes habitualmente recebem alta hospitalar de 8 à 24 horas após a cirurgia.

Ginecomastia

A ginecomastia é alteração mamária mais frequente no sexo masculino. Observa-se um desenvolvimento excessivo do tecido fibroso, ductal e adiposo das mamas com predomínio variável entre eles.

​O crescimento mamário ocorre principalmente nas fases de mudança hormonal do homem: infância, adolescência e senilidade e é dependente do balanço entre estrógenos e andrógenos  séricos. Fatores que interferem no equilíbrio fisiológico desses hormônios podem levar ao crescimento das mamas no homem.

​A causa mais frequente de ginecomastia é a idiopática, não se identifica uma etiologia básica, mas, mesmo assim, deve-se realizar uma avaliação cuidadosa de cada paciente para que enfermidades graves não passem despercebidas, como tumores. A ginecomastia não aumenta o risco de câncer de mama no homem.

É na adolescência, período de definição dos caracteres sexuais, que o aparecimento da ginecomastia ocasiona mais transtornos psicológicos ao acometer a imagem masculina. Existe ainda uma condição chamada pseudoginecomastia. É um quadro que se confunde frequentemente com a ginecomastia verdadeira e consiste em um aumento de tecido adiposo na região peitoral.  Está associada a obesidade e em geral bilateral.

​As técnicas cirúrgicas para a correção da ginecomastia utilizadas atualmente compreendem em ressecção da hipertrofia glandular isolada, lipoaspiração ou a Associação desses dois procedimentos. Muitos casos necessitam ainda da ressecção de pele ou até mesmo em certos casos uma redução mamária.

​Os tipos de anestesia mais frequentemente utilizados são anestesia local e sedação, anestesia peridural e sedação ou anestesia geral. Habitualmente os pacientes têm alta hospitalar no mesmo dia.

É necessário o uso de malha compressiva por dois meses. A drenagem linfática e ultrassom favorecem a diminuição do edema após a primeira semana.

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